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March 29
De volta de uma reunião pertinente a Casa do Poeta de Praia Grande, ao passar por uma das esquinas da minha vida; pedalando, pedalando, pedalando...avistei, no contorno da calçada, uma pessoa amiga. Pensei...Ela deve estar ali, só passando. Acenei-lhe e segui o meu caminho pedalando, pedalando e a partir daquela visão, pensando.
"Em cada esquina onde um novo ponto(Ou Quiosque) aflora além dali se espalha as ondas que dele rola
E aquilo que nele se escuta embala as marolas que enfumaça a face daqueles que useiros se transformam em fuinhas
Enquanto os jotas(J) e os agás(H) passam sem caminhos a ver pelos cruzamentos que pulsam sob as bençãos de um poder que de tão parelo embaralhou as linhas"
Sábado(05.05.07) O Brasil inteiro, via Globo, Record, SBT e Bandeirantes e jornais, ficam sabendo que no cruzamento das avenidas Dr. Antonio Severiano e Irmãos Adorno, esquinas da minha vida, bem no meio da madrugada, uma enorme chacina aconteceu. Eu pensara certo! Minha amiga, estava só de passagem. Na hora dos fuzilamentos, tal como eu, ela estava na sua casa a dormir, com os seus.
Ufa, Como estão perigosas as nossas passagens!
Eu vejo um arco-íris Sobre as minhas evidências Eu vejo um colorido Disfarçando as aparências Eu vejo a multidão Cada um com a sua vela Então eu me pergunto No meio dessa novela
Mas quem é que olha prá mim, mas quem é que ora por mim?
Eu ouço uma canção Testando a minha consciência Eu leio uma revista Que me fere a paciência Eu sinto os distantes Me impondo a sua ausência E isto é que me deixa assim pensando estar perto do fim
Querendo alguém que olhe prá mim, querendo alguém que ore por mim!
Eu quero este arco-íris Colorindo as janelas Eu quero uma canção Iluminando as passarelas Eu quero numa prece Dar a mão a outras pessoas Viver a minha vida Só pensando em coisas boas
Por que você não olha prá mim, Por que você não ora por mim?
Em relação a páginas amarelas(Revista Veja-ED 2000) "VIVA A DIFERENÇA" Terapeuta lidia Rosenberg Aratangy
Casais inteligentes quando divergem, convergem. Os demais procuram um advogado, quando podem. Quando não podem; traem, na grande mairoria das vezes, a si mesmo(CCF). Publicado na Revista Veja-Edição 2001 de 28/03/07 November 05
 “A história tem detalhes que só ou mal-intencionados ocultam, para a preservação das suas falsas verdades(CCF)” Para aqueles que questionam a conquista do campeonato Brasileiro de 1987 por parte do Clube de Regatas do Flamengo, a sentença acima, serve como uma luva. Alguns comentaristas esportivos de São Paulo, no bojo das suas reais intenções, enxergam tão somente o São Paulo como pentacampeão, eles prestam um desserviço a história não só esportiva do Brasil, mas a luta de muitos por um País limpo e sem falcatruas. Vejamos o que nos apresenta a história de um fato acontecido num tempo que não está tão distante de nós. Quem guarda tem a realidade do acontecido. 1987, foi um ano especial para o esporte no Brasil. Nelson Piquet se sagrava tricampeão mundial de fórmula 1, tendo como coadjuvantes Ayrton Sena e Alan Proust. Oscar era reconhecido como o “Mão Santa” e eleito o esportista do ano. Pelé, voltou a vestir a camisa da seleção Brasileira na categoria Sênior. O Brasil vivia uma efervescência política que desaguaria no ano seguinte(1988), na constituição cidadã do Dr. Ulisses Guimarães. O esporte nacional vivia momentos de honrosas glórias dos nossos atletas e vergonhosas mazelas dos nossos dirigentes. No futebol, os grandes clubes se encontravam no abismo da falência. Quem comandava a CBF na ocasião eram os senhores Nabi Chedid e Otávio Pinto Guimarães, mas quem dava as ordens mesmo era o submundo da contravenção nas pessoas de famosos bicheiros do Rio de Janeiro e outros estados. A pancadaria rolava solta nas arquibancadas e na sede da Confederação Brasileira de Futebol. Angustiados com a situação e amparados numa pesquisa popular que indicava estar a vontade do povo brasileiro voltada para: 1) Campeonato Brasileiro disputado com 16 clubes; 2) Campeonato em turno e returno e pontos corridos; 3) Jogos somente nos finais de semana; 4) Acesso e descenso Surge o clube dos 13, formado pelos maiores clubes de futebol do Brasil. 4 do Rio de Janeiro, 4 de São Paulo, 2 de Minas, dois do Sul e um do Nordeste. O clube dos 13, contra a vontade da CBF, que preferia o caos, organiza o campeonato Brasileiro de 1987, com uma visão profissional, que ajudasse a tirar os clubes da bancarrota. 16 clubes participam da copa união. O campeonato que a CBF queria organizar teria 80 clubes. 19 jogos depois de iniciado, o Flamengo ganha o campeonato, vencendo o maior de todos no ranking dos melhores times do futebol brasileiro, o Internacional de Porto Alegre, numa final eletrizante no maracanã em 13/12/87. Hoje, passados vinte anos, esses mal-intencionados, clamam que o Flamengo não pode ser considerado o campeão de 87, pois não jogou com o campeão do módulo amarelo. O módulo amarelo foi um campeonato paralelo disputado nos moldes dos campeonatos até então organizados pela CBF. Esse campeonato terminou como começou. Uma bagunça, liminares em profusão, agressões entre cartolas e a dirigentes, e sem um campeão legitimamente declarado. Isso mesmo, sem um campeão, pois: O Guarani(SP) ganhou o 1º jogo e o Sport em Recife, ganhou o 2º jogo. Como é normal nessa situação, os dois foram para a prorrogação que terminou em ZERO A ZERO. Ainda dentro da normalidade, foram para os pênaltis. Pois bem, 24 pênaltis depois , nenhum dois times, ganhou nas cobranças. O Empate permanecia. O Juiz não sabia mais o que fazer, quando os dirigentes do Guarani e do Sport, fizeram um acordo, tiraram os times de campo e se declararam ambos campeões, dividindo o titulo. Cruzar contra quem, senhores comentaristas esportivos de São Paulo? Eu até entenderia se esses comentaristas , diante do descalabro da CBF, estivessem a favor do Guarani. Mas o time bugrino, nunca fez parte das argumentações daqueles que defendem que o titulo é do Sport. Então fico com sentimento de que toda essa grita em favor do Sport e só por ser o Flamengo. É má fé mesmo em benefício do São Paulo, que não precisa disso, pois é um campeão nato, tanto quanto o Flamengo. O Flamengo não só é o legitimo campeão brasileiro de 1987 e legitimo PENTA, por ter conquistado novamente o titulo em 1992, como também, junto aos outros clubes grandes, inclusive o São Paulo, ajudou no início da moralização do futebol brasileiro dentro da sua entidade maior. Ao trazer o profissionalismo para o gramado no ano de 1987, ficou claro para todos que a CBF, uma entidades nefasta na opinião dos cronistas da época, precisava mudar. Os personagens obscuros que estavam por traz dela, resistiram até 1990, mais a partir daí o Brasil deu a arrancada para a conquista do Tetra nos Estados Unidos(1994), com uma nova realidade para a administração do futebol brasileiro. Daí para o penta mundial, foi manter a organização e a seriedade. Negar isso, é negar a história e contribuir para a ignorância do nosso povo. E nesta parte, agir dessa maneira com assuntos relacionados ao futebol, é acirrar ânimos, criando condições para discussões tolas e fora de hora, que sempre resultam em tragédias esportivas. Portanto, parabéns São Paulo e São Paulinos, Parabéns Flamengo, por ter o São Paulo como companheiro neste seleto grupo de pentacampeões. No mais como diria Ibrahim: Os cães ladram e as caravanas passam!
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September 21
JORNAL DE DEBATES
Política
A absolvição de Renan Calheiros desmoraliza o Senado?
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ARTIGO
| 20 19h25 | |
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O QUE QUEREMOS E O QUE TEMOS
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Autor: Celso Corrêa de Freitas - Participa desde: 03/11/2006
Claro que desmoraliza, afinal...No Brasil que queremos; violação de sigilo bancário é crime. No Brasil que temos; violação de sigilo bancário segundo Lula, é grosseria. No Brasil que queremos; governar é cuidar dos reais interesses do País. No Brasil que temos; governar na cartilha de Lula , é cuidar dos interesses dos amigos. No Brasil que queremos; apoio de partidos integros,constitui a base parlamentar. No Brasil que temos; o apoio de candidatos desonestos constituiu no congresso uma base para se lamentar. No Brasil que queremos; Justiça é o resultado da consciência reconhecendo o direito de todos. No Brasil que temos; Justiça é o resultado do arranjo que suplanta o direito de muitos. No Brasil que queremos; caixa dois é dinheiro de corrupção. No Brasil que temos; caixa dois segundo os tesoureiros de campanha do PT, é dinheiro não contabilizado. No Brasil que queremos; ocupação de cargos é formação de equipe. No Brasil que temos; ocupação de cargo é o aparelhamento do estado. No Brasil que queremos fisiologismo; é o estudo de funções organicas e vitais. No Brasil que temos; fisiologismo é a busca de ganhos e vantagens. No Brasil que queremos; Romantismo é cantar: "Como é grande o meu amor por você". No Brasil que temos, Romantismo é cantar: "Eu já fui di você". No Brasil que queremos; Familia é uma célula de proteção. No Brasil que temos; Familia é uma bolsa de ilusão. Enfim; No Brasil que queremos, o Brasil tem futuro. No Brasil que temos; o futuro do Brasil está comprometido.
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